24 de fevereiro de 2014

Invasão estranha e muito mal explicada!

Podeis enganar toda a gente durante certo tempo;
podeis mesmo enganar algumas pessoas todo o tempo;
mas não vos será possível enganar sempre toda a gente.
Abraham Lincoln

O futebol foi surpreendido com a invasão de cem torcedores ao Centro de Treinamento Joaquim Grava pertencente ao Sport Clube Corinthians Paulista duas semanas atrás numa manhã de trabalho da equipe. As primeiras notícias falavam em invasão violenta, barbárie, agressões, roubos, etc. Nenhum órgão da imprensa esportiva teve o cuidado de checar as informações antes de leva-las a público. Como sempre crucificaram alguns, fizeram muita analogia, brincadeiras e cara de espanto na frente das câmeras de televisão.

As poucas cenas a disposição dos telespectadores mostravam ambiente calmo, alguns poucos torcedores entrando por uma fresta do alambrado, outros pela porta da frente e muitos policiais assistindo a tudo sem que nenhuma confusão fosse notada nestas imagens disponibilizadas. A seguir, presidente, dirigentes, médico e jogadores contaram suas versões de pânico, correria, sofrimento e medo. Um Boletim de Ocorrências foi lavrado numa delegacia próxima e o resto foi sendo digerido aos poucos pelo oportunismo barato de alguns órgãos de imprensa.

Algumas perguntas não foram feitas e outras tantas ficaram sem respostas, embora a mídia tenha absorvido o que foi passado, não o que verdadeiramente aconteceu dentro do CT corinthiano. Sendo assim poucos sabem a verdade, tanto que as autoridades policiais ao começarem o processo originado no B.O. perceberam que havia muitas lacunas na versão apresentada pela diretoria alvinegra.

Como os torcedores organizados e os corintianos não fogem a regra vivem em meio a brigas, confusões, crimes dentro e fora do país, ficou fácil sustentar sem provas o que foi denunciado e aceito pela mídia.
As perguntas sem respostas são as seguintes:
1. Quem permitiu a entrada dos torcedores no CT?
2. Por que a polícia que estava presente não foi chamada para dentro das instalações se haviam tantos problemas ocorrendo no CT?
3. Por que o clube não explica o motivo de 20 das 22 câmeras estarem desligadas no momento da invasão?
4. Quem desligou estas câmeras? A empresa que as instalou negou qualquer tipo de problema técnico nas mesmas.
5. A quem interessava politicamente este episódio no CT do clube e por quê?
6. Por que o clube não estabelece distância completa das torcidas organizadas, ficando as mesmas restritas a torcer nas arquibancadas, sem direito a ingressos, ou ajuda financeira de qualquer origem?
7. Por que o clube não trocou os alambrados por muros de alvenaria quando da invasão pós-jogo contra o Tolima em 2011?
8. Como o clube quer manter uma imagem internacional e até receber seleções em seu CT se o mesmo não dispõe de segurança alguma?
9. Andrés Sanchez que participou da fundação de uma torcida organizada, e hoje está fora da direção do clube está de que lado neste episódio lamentável?

O presidente do clube Mário Gobbi deve muitas explicações verdadeiras aos torcedores da Nação corinthiana que na sua maioria não invadem, não brigam e limita-se a torcer, torcer e sofrer pelo Todo Poderoso Timão e são a maioria pacífica e inteligente neste meio de organizadas com antecedentes criminais.


23/02/2014 01h56 - Atualizado em 23/02/2014 02h06
Guerrero desmente presidente sobre invasão a CT: ‘Não me agrediram’
Atacante vai depor na segunda-feira, mas avisa que ‘não tem nada a dizer’. Mário Gobbi dizia que jogador teria sido ‘esganado’ em incidente ocorrido no clube.

13 de fevereiro de 2014

Dicionário de prazos para estrangeiros no Brasil!


DICIONÁRIO BRASILEIRO DE PRAZOS (Um guia para estrangeiros no Brasil)

Para evitar que estrangeiros fiquem “pegando injustamente no nosso pé”, está-se compilando o “Dicionário Brasileiro de Prazos”, que já deveria estar pronto, mas atrasou. No entanto, conseguimos ter acesso a alguns termos que podem ser de grande ajuda:

DEPENDE: Envolve a conjunção de vários fatores, todos desfavoráveis. Em situações anormais, pode até significar "SIM", embora até hoje tal fenômeno só tenha sido registrado em testes teóricos de laboratório. O mais comum é que signifique diversos pretextos para dizer "NÃO".

JÁ, JÁ: Aos incautos, pode dar a impressão de ser duas vezes mais rápido do que "JÁ". Engano; é muito mais lento. Faço já significa “passou a ser minha primeira prioridade”, enquanto “faço já, já” quer dizer apenas “assim que eu terminar de ler meu jornal prometo que vou pensar a respeito.”.

LOGO: Logo é bem mais tempo do que dentro em breve e muito mais do que daqui a pouco. É tão indeterminado que pode até levar séculos. LOGO chegaremos a outras galáxias, por exemplo. É preciso também tomar cuidado com a frase “Mas logo eu?”, que quer dizer “tô fora!”.

MÊS QUE VEM: Parece coisa de primeiro grau, mas ainda tem estrangeiro que não entendeu. Existem só três tipos de meses: aquele em que estamos agora, os que já passaram e os que ainda estão por vir. Portanto, todos os meses, do próximo até o Apocalipse, são mês que vêm!

NO MÁXIMO: Essa é fácil: quer dizer no mínimo. Exemplo: Entrego em meia hora, no máximo. Significa que a única certeza é de que a coisa não será entregue antes de meia hora.

PODE DEIXAR: Traduz-se como: NUNCA.

POR VOLTA: Similar a no máximo. É uma medida de tempo dilatada, em que o limite inferior é claro, mas o superior é totalmente indefinido. Por volta das cinco horas quer dizer a partir das cinco horas.

SEM FALTA: É uma expressão que só se usa depois do terceiro atraso. Porque depois do primeiro atraso, deve-se dizer “fique tranquilo que amanhã eu entrego”. E depois do segundo atraso, “relaxa, amanhã estará em sua mesa”. Só aí é que vem o “amanhã, sem falta”.

UM MINUTINHO: É um período de tempo incerto e não sabido, que nada tem a ver com um intervalo de 60 segundos e raramente dura menos que cinco minutos.

TÁ SAINDO: Ou seja: vai demorar. Os dois verbos juntos indicam tempo contínuo.

VEJA BEM: É o Day after do "depende". Significa: “viu como pressionar não adianta?” É utilizado da seguinte maneira: “Mas você não prometeu os cálculos para hoje?” Resposta: “Veja bem…”.

Xiiiiiii: Se após a frase seguinte dita pelo chefe estrangeiro "Não vou mais tolerar atrasos", você ouvir este som (Xiiii) entenda que ele exprime dó e piedade por tamanha ignorância do gringo sobre nossa cultura.

ZÁS-TRÁS: Palavra em moda até uns 50 anos atrás e que significava ligeireza no cumprimento de uma tarefa, com total eficiência e sem nenhuma desculpa. “Por isso mesmo, caiu em desuso e foi abolida do dicionário”.

O dicionário será editado em vários idiomas e LOGO, LOGO estará nas livrarias.

PS: Texto de autor desconhecido que está rodando a internet.

12 de fevereiro de 2014

Black Blocs + Governos = Violência e Impunidade!

"O fanatismo é a única forma de
força de vontade acessível aos fracos.”
Friedrich Nietzsche

Após muitos anos a população brasileira, em particular a classe média e a menos favorecida resolveu sair às ruas para protestar contra o aumento abusivo das passagens dos transportes públicos, conta a péssima qualidade oferecida pelas empresas e pelos governos do RJ, SP, etc.

O conjunto da sociedade embora sem entender num primeiro momento, apoiou a iniciativa e imaginou que os governantes ficariam acuados e finalmente iriam trabalhar em prol do uso adequado dos nossos impostos através dos serviços públicos com qualidade.

Ledo engano, as manifestações foram interrompidas pelo surgimento de um grupamento que mistura vândalos, ignorantes, reacionários e pasmem, setores de esquerda radicais xiitas. Estes ignóbeis denominados de Black Blocs começaram a destruir bancos, automóveis, viaturas policiais, carros da imprensa, patrimônio público e com isso interromperem praticamente todas as manifestações populares.

A polícia militar brasileira que nasceu na ditadura, não tem, por culpa dos governos estaduais estrutura para combater os marginais e ao mesmo tempo proteger os manifestantes e o patrimônio público e privado. Faltam homens treinados, equipamentos, falta decisivamente inteligência para prevenir com rapidez atos insanos que ocorrem nas ruas.

Até por conta deste fato, os vândalos se aproveitam e destroem tudo que veem pela frente e de certa forma procuram o confronto com os policiais. Usando as imagens destes confrontos em suas páginas nas redes sociais para fazer apologia a violência e a guerra contra a PM.

Como em tudo neste país de uns tempos para cá, alguns são presos, fichados, porém saem pelas portas da frente das delegacias para responderem inquéritos que nunca levarão seus autores a cadeia. Na maioria dos casos, os processos serão arquivados e esquecidos nas pilhas de pó, traças e descaso nos porões da justiça.

Nas ruas do RJ e SP existem várias teorias para explicar o porquê do surgimento desta escória que muito se parece com as chamadas Torcidas Organizadas dos clubes de futebol. Algumas pessoas dizem que eles são membros do Partido dos Trabalhadores, outros os colocam como membros de partidos radicais de esquerda, dissidentes justamente do petismo. Ainda tem os que creem serem eles ativistas de direita ultrarradical.

Certo é que estes vândalos estão destruindo um movimento que brotou naturalmente no seio da população brasileira cansada dos desmandos e absurdos dos nossos governantes e políticos. O sonho de ver a Nação se agigantar nas ruas e acuar os políticos para que eles começassem a fazer aquilo para o qual são pagos a peso de ouro e não fazem, caiu por terra no asfalto sujo de sangue, intransigência e violência de uma minoria acéfala e sem rumo.
Vejam o link onde o advogado de um dos suspeitos declara que Black Blocs são financiados por políticos: http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,advogado-afirma-que-jovens-pobres-recebem-r-150-por-manifestacao,1129552,0.htm

          Percebam quais são os alvos e tentem entender o significado para tanta destruição.

10 de fevereiro de 2014

Lei de talião

É melhor ser violento se existe violência
em seu coração, que vestir o manto de não
violência para disfarçar impotência.
Gandhi

A lei de talião, do latim lex talionis (lex: lei e talio, de talis: tal, idêntico), também dita pena de talião, consiste na rigorosa reciprocidade do crime e da pena — apropriadamente chamada retaliação. Esta lei é frequentemente expressa pela máxima olho por olho, dente por dente. É uma das mais antigas leis existentes.

No Brasil com o desproporcional abrandamento das penas pela justiça com praticamente todos os criminosos respondendo em liberdade uma parcela considerável da população começa a cogitar, principalmente nos grandes centros a fazer justiça com as próprias mãos.

As ruas estão abarrotadas de facínoras que possuem vários processos por assassinato, estupro, sequestro, furtos, mas que não ficam presos e tem seus julgamentos postergados a Deus dará. Com isso a incidência de crimes aumenta assustadoramente, em que pese os governos estaduais divulgarem relatórios mentirosos onde os índices de criminalidade estão sob controle.

Os crimes, alguns hediondos se sucedem e ganha à mídia diariamente, crimes que poderiam ser evitados se houvesse mais e melhores policiais nas ruas. Se tivéssemos uma polícia científica e alta tecnologia a favor da sociedade para combater e prevenir o crime.

Nos noticiários para desespero dos âncoras e dos brasileiros sempre que temos uma nota de prisão de quadrilhas e ou marginais de alta periculosidade, a notícia termina com a frase – “Após serem ouvidos na delegacia foram soltos e saíram em liberdade”.

Esses fatos somados levam a população em alguns atos ainda isolados a promoverem a lei de talião, ou como estava no Código de Hamurabi, de 1780 a.C., no reino da Babilônia “olho por olho dente por dente”

Claro que legalmente não podemos nem devemos defender tal postura que contraria tratados internacionais como os direitos humanos. Mas, se algo não for alterado e os criminosos continuarem a ter tratamento diferenciado e ficar soltos nas ruas brasileiras a tendência infelizmente é de termos cada vez mais linchamentos, fuzilamentos, espancamentos e outros meios de vingança popular contra esta escória que mata por centavos no país.

Os códigos penais precisam ser alterados, o sistema judiciário precisa de reforma e o sistema penitenciário de uma revolução completa. Sem isso, estamos caminhando para a idade média a passos largos em pleno século XXI.