31 de agosto de 2014

Polônia - Como é bom não ter políticos brasileiros!

“Tanto vencedores quanto derrotados,
ambos, tropeçam e caem; a diferença é que
os vencedores se levantam rapidamente".
Peter George

O Brasil não tem uma rede pública de qualidade para atender a saúde do seu povo, não possui uma rede de ensino eficaz, com boas escolas e um sistema educacional que seja adequado a realidade nacional. Isso vale a rigor para segurança pública, habitação popular, mobilidade urbana, saneamento básico e tudo que diz respeito a gestão pública.
Mesmo assim se arvorou a realizar uma Copa do Mundo de futebol e vai sediar a próxima olimpíada na cidade do Rio de Janeiro. Mesmo com dificuldades, com carências de todas as espécies, o ego dos dirigentes e das autoridades é sempre colocado acima da razão e do povo brasileiro.
Na maioria das cidades brasileiras não há ginásios poliesportivos, centros de referência para modalidades olímpicas (Natação, Artes Marciais, Ginastica, Atletismo, Canoagem, etc.) Vivo em Bauru no Estado mais rico da nação e a cidade com quase 400 mil habitantes não possui um único local para receber eventos esportivos (Futsal, Basquete, Vôlei e shows.
Enquanto isso na Polônia, pais que sofreu com guerras, intervenções na época de Hitler e do comunismo da URSS, além de possuírem locais para jogos e eventos, seu povo vive com saúde, educação e moradia com saneamento básico e mobilidade urbana.
Neste sábado (30/08/14) vão realizar a abertura do Campeonato Mundial de Vôlei dentro de um estádio de futebol coberto, com espaço confortável para 62.000 torcedores e toda infraestrutura de um imenso ginásio olímpico.
Como eles conseguem, se não possuem uma economia esplêndida? Como eles conseguem se não são um país de dimensões continentais e com inúmeras riquezas como o Brasil? Como eles podem erguer um estádio acima do chamado Padrão FIFA e utilizarem o mesmo em outros eventos se aqui o Maracanã sofre reformas a cada nova competição no RJ?
Simples a resposta: A Polônia não possui os políticos brasileiros que são péssimos gestores, não tem vontade política para fazer o bem comum, são desprovidos de qualidades mínimas como seres humanos, são sugadores do sangue dos brasileiros e dos recursos oriundos dos impostos que na maioria das vezes são superiores aos pagos na Europa por muitos países como a Polônia por exemplo.
Essa escória brasileira constrói o Engenhão – Estádio inaugurado em 2007 para os Jogos Pan Americanos do Rio de Janeiro e que não pôde ser utilizado na Copa do Mundo, aliás, está parado misteriosamente desde 2013.
A mesma administração que reformou o Maracanã a peso de ouro para os Jogos Pan Americanos em 2007 e depois teve de investir quase 2 bilhões na reforma para a Copa do Mundo. Gente que joga nosso dinheiro no lixo, quando faz a demolição da pista de ciclismo que havia custado R$ 10 milhões para construir outra por R$ 180 milhões no RJ.
A Polônia pode enfrentar muitas dificuldades, seu povo pode não estar feliz com algumas coisas na gestão de seus comandantes, porém está anos luz da situação que enfrentamos no Brasil.
Quando o Campeonato Mundial de Vôlei começar hoje no Estádio Nacional de Varsóvia, uma lágrima vai escorrer dos olhos daqueles que vivem no Brasil e não possuem a mesma condição para fazer sem roubar, sediar sem passar vergonha e sabendo que seus governantes não desviaram dinheiro público para o que quer que seja no país.
   

28 de agosto de 2014

Presídios são exemplos da ausência das autoridades!

Quase toda absurdidade de conduta
 vem da imitação daqueles com quem não
podemos parecer-nos. Samuel Johnson


No mundo civilizado, no chamado primeiro mundo, os indivíduos que cometem crimes são presos, respondem a processos, são julgados e se condenados, cumprem penas em regime fechado em Presídios construídos pelo Estado ou pela iniciativa privada.
Nestes lugares, os presos são obrigados a trabalhar e não recebem bolsa reclusão, algo impensável em países sérios administrados por governantes inteligentes e preocupados com a sociedade. Muitas vezes podem estudar e tem acesso a bibliotecas, porém, não podem receber visitas intimas, nem tem acesso a celulares e outras formas de comunicação com o mundo externo.
Afinal estão presos por que cometeram crimes contra a sociedade, motivo pelo qual perderam as vantagens que tinham antes de se aventurarem pela criminalidade, escolha deles e não da sociedade que paga impostos e trabalha para se sustentar e manter-se. Simples assim!
Aqui no Brasil, nossos sistemas judiciário e penitenciário são administrados de forma a crermos que o criminoso é vítima, que para tanto precisa ser tratado como se fosse um cidadão de primeira classe, quando na verdade não é nem nunca foi.
A nossa Justiça é frouxa, omissa e vive perdida em meio a poeira de seus milhares de processos guardados em porões à espera do milagre do julgamento. Muitos crimes prescrevem por culpa da própria justiça. Milhares de condenados estão nas ruas à espera do cumprimento do mandado de prisão.
Essa mesma Justiça que concede aos marginais o auxílio reclusão, progressão de regime, redução de penas, teto máximo de 30 anos para reclusão em regime fechado e indultos nos feriados.
O sistema penitenciário que no país com algumas exceções é um lixo mal administrado e sem quaisquer resquícios de gestão prisional permite visitas intimas, entrada de drogas, celulares, televisores e muito mais com a conivência da direção de alguns presídios.
No Maranhão recentemente o país viu um pouco do que é norma em vários Estados brasileiros. Crueldade, crimes, máfia, corrupção e desmandos sem controle algum por parte da direção e do Estado, que se omite diante de sua incapacidade gerencial.
O Estado do Paraná na Cadeia Pública de Guarapuava acaba de nos dar mais um exemplo de como funciona o sistema prisional brasileiro, ao permitir que as presidiárias postassem fotos e acessassem redes sociais de dentro da cadeia. Ou seja, mulheres presas por tráfico de drogas, vivem dentro da Cadeia como se estivessem em suas casas.
Elas provaram que não só em Guarapuava, mas sim, em todas as prisões brasileiras entram celulares, carregadores de baterias, drogas, alimentos, aparelhos diversos, enfim, o que os criminosos quiserem a qualquer tempo. O Estado brasileiro é refém das grandes facções criminosas e demonstra esta sua fraqueza diariamente.
As autoridades dos três poderes constituídos não se impõem, fingem nada saber, se omitem de tomar providências definitivas que recoloquem o Estado no comando. A degradação do sistema penitenciário, a omissão da Justiça e o crescente aumento da violência epidêmica no país não mexem aparentemente com nenhuma autoridade brasileira. Todos são a sua maneira, coniventes e tem culpa pelo que está acontecendo.
Presidente, Ministro da Justiça, Presidentes do Senado e da Câmara Federal, Presidente do STF, ninguém ao menos mostra um pouco de indignação com fatos como estes abordados diariamente nos nossos telejornais e na mídia em geral. Estão aparentemente felizes e vivem alhures ao processo que já passou dos limites do bom senso há muitos anos no Brasil. Até quando senhores (as)?

20 de agosto de 2014

Ensino médio em SP tem pior nível em seis anos!

“O único lugar aonde o sucesso vem
antes do trabalho é no dicionário.”
Albert Einstein

           A gestão do PSDB está completando 20 anos de poder no comando do Estado de São Paulo. Tempo suficiente para não culpar seus antecessores e também para ter implantado um Projeto Educacional que estivesse desfrutando de enorme sucesso.
Ao contrário, depois de vinte anos, o Estado mais rico da nação não possui nenhum Projeto Educacional que dê sustentação a sua enorme rede de ensino no Estado.
Os números referentes ao desempenho dos alunos no ensino fundamental e no ensino médio não deixa margem à dúvida quando analisados. O desempenho das matérias Português e Matemática dos alunos do ensino médio tiveram seu pior desempenho desde 2008.
Os resultados anuais divulgados pelo sistema de Avaliação do Rendimento Escolar – Saresp demonstram claramente que a nota média em Língua Portuguesa caiu e a de matemática teve uma estagnação em 2013.
No ensino médio a nota média caiu nas duas disciplinas, passando na Língua Portuguesa de 268,4 para 262,7 quando o adequado seria estar acima de 300. Em matemática a nota média caiu de 270,4 para 268,7, quando o esperado seria 350 pontos.
A gestão não tem mais desculpas, afinal de contas é sabido por todos que vinte anos são mais do que suficientes para ter realizado uma verdadeira revolução na Educação do Estado. Recursos não faltam, escassa é a vontade política de fazê-lo.
Os professores vivem à mingua recebendo remuneração aquém do que mereceriam, as escolas não possuem condições de funcionamento adequadas e não são informatizadas.
Falta treinamento, faltam equipamentos, funcionários de apoio e até professores na rede estadual. Mas falta principalmente participação efetiva do governo do Estado na gestão do ensino público.
Quando percebemos que as três maiores universidades do Estado de SP estão em greve por conta do mesmo governo oferecer aumento zero para os salários dos funcionários e dos professores, entendemos o porquê do fraco desempenho no ensino fundamental e médio. A gestão da educação em SP está estagnada, precisa de um choque de gestão de qualidade.
Mas ao que parece, assim como no caso do governo federal, o governo paulista não está muito interessado em revolucionar, reformar e modernizar sua gestão na educação pública. Prefere ficar no discurso, nas promessas vazias, confiante quanto ao desconhecimento completo da população em relação aos números da sua gestão.
O povo e os eleitores em particular não entenderam qual é o seu papel nas eleições. Não sabem qual é a sua força e continuam vivendo como coadjuvantes no processo, quando deveriam assumir os papeis de protagonistas neste processo eleitoral. 

O monstro estuprador e a Justiça permissiva!

“O juiz é condenado quando
O criminoso é absolvido”
P.Ciro
        
 O médico monstro Roger Abdelmassih foi denunciado em 2008 após investigações do Ministério Público Estadual de SP, de onde derivaram 56 acusações de estupro contra 37 vítimas que foram pacientes de sua luxuosa clínica em São Paulo.
Segunda a imprensa na época (2010) a juíza do caso que o condenou proferiu o seguinte: “Uma avalanche de fatos absolutamente repulsivos e, não por outro motivo, as vítimas descreveram as sensações que possuem em relação ao mesmo como dor, raiva, nojo, humilhação e medo”.
Após ser julgado e condenado o monstro teve concedida pela Justiça o direito de recorrer em liberdade, mesmo tendo sido preso por cometer verdadeiras monstruosidades. Para a nossa justiça não importa se o crime é hediondo ou não, quase todos podem recorrer em liberdade e se quiser fugir, pois não há controle nem rigor com relação a demanda crescente.
Em que país do planeta um estuprador acusado e condenado a 278 anos de prisão em regime fechado tem o direito de recorrer em liberdade? Apenas no Brasil, onde o sobrenome é “Impunidade”.
O monstro fugiu pela porta da frente do nosso país, aproveitando-se da fraqueza da nossa justiça e do fato de que nossas fronteiras são totalmente desguarnecidas. Disseram que ele havia fugido para o Líbano, mas o calhorda estava com a esposa (Ex-Promotora) e filhos no Paraguai.
Sua confiança na impunidade era tanta que nem se deu ao trabalho de tingir os cabelos brancos, usar peruca ou disfarces. Estava vivendo numa mansão na maior tranquilidade, quando agentes da Polícia Federal e da Senad – Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai o prenderam enquanto levava os filhos na escola.
De volta a prisão no Brasil, mal chegou em solo tupiniquim e já está alegando estar passando mal. A velha ladainha de sempre, enquanto estava livre vivia com muita saúde no Paraguai, bastou ser preso começa a usar dos artifícios disponíveis pela nossa justiça omissa, fraca e vagarosa.
O monstro travestido de médico estupra, é preso, consegue sua liberdade para recorrer e foge do país. É preso, tem os mais caros advogados do país para poder enrolar a justiça e quem sabe nem cumprir parte dos 278 anos que foi apenado.
Assim é o Brasil, paraíso da impunidade e de milhares de possibilidades de recursos dos criminosos. Todas as esferas da nossa Justiça possuem um cardápio vasto de recursos, embargos declaratórios, habeas corpus, à disposição daqueles que cometem crimes ou são réus. Inclusive o Estado que utiliza de todas as artimanhas quando processado e condenado. Vide os precatórios.
Esperemos que desta vez o monstro Roger Abdelmassih não consiga responder em liberdade, visto que já foi julgado e condenado. Que a Justiça brasileira não permita que ele fuja novamente. As vítimas e seus familiares, assim com a parcela honesta que paga impostos neste país antecipadamente agradece. 

2 de agosto de 2014

Recursos em abundância e o povo no volume morto!

"Todo governo que não age na base do princípio da
república, isto é, que não faz da "rés pública" o seu 
objetivo completo e único, não é um governo bom" 
Thomas Paine

O país carece de dezenas, talvez centenas de obras relacionadas a: Saúde pública, Educação, Segurança, Mobilidade urbana, Saneamento básico, Energia renovável, Habitação popular, etc., porém estas, só aparecem como promessas em duas ocasiões: - Campanhas Eleitorais ou Propagandas de governantes em inserções na mídia.
Entretanto o que se vê no país é uma total ausência de vontade política para efetivamente utilizar-se dos recursos disponíveis para minimizar a situação caótica em que vivem milhões de brasileiros.
Não faltam recursos como a sociedade poderia supor, ao contrário, sobram recursos anualmente nos orçamentos mal aplicados nos três poderes constituídos (Municipais, Estaduais e Federal).
Os governantes brasileiros nos mesmos três poderes são incapazes do ponto de vista gerencial e administrativo de planejar, executar e atender as demandas que existem em todos os cantos deste imenso território chamado Brasil. Preferem na sua maioria gastar com obras eleitoreiras ou ainda deixar escapar pelo ralo da corrupção nosso valioso dinheiro. Para se ter uma pequena ideia, gastamos segundo números oficiais os valores abaixo com coisas que estão longe de atender a população no que citei acima, vejamos;               Copa do Mundo consumiu aproximadamente R$ 26 bilhõesAs eleições de 2014 vão consumir R$ 74 bilhões do erário segundo o TSE; Um estudo realizado pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp revelou os prejuízos econômicos e sociais que a corrupção causa ao país. O valor chega a R$ 69 bilhões de reais por ano. Olimpíada RJ/2016 consumirá aproximadamente R$ 40 bilhões do erário, em que pese ouvirmos que a iniciativa privada está bancando parte do investimento, porém, ninguém demonstra isso de forma cabal e transparente.
  Além destes custos citados temos também os empréstimos que o governo federal tem feito a fundo perdido com dinheiro do povo para algumas nações ao redor do mundo. Angola, Cuba, Haiti, etc. Só o Porto de Mariel em Cuba consumiu R$ 1,8 bilhões do Brasil. Para o Zimbábue (África) foi emprestado R$ 215 milhões. Se formos apurar o total emprestado a todos os países com certeza a população brasileira ficaria assustada com a benevolência com que o governo petista empresta o dinheiro que é do nosso povo.
  Se pararmos por aqui já teremos aproximadamente R$ 211 bilhões de reais gastos nos itens citados. Se somarmos os gastos absurdos dos municípios e Estados brasileiros com obras inacabadas, desvios de finalidades, corrupção, mau uso do erário, teremos um valor gigantesco que com certeza se aproximaria de R$ 1 trilhão de reais.
 Portanto, recursos existem, falta inteligência, vontade política, honestidade de propósitos, mas principalmente cobrança e fiscalização da sociedade que não percebe e na maioria das vezes se afasta do que é seu, deixando-se levar pelas promessas dos candidatos sem cobra-los depois que assumem seus mandatos por quatro anos. 
 Nas próximas eleições comece a exercer de uma vez seus direitos de cidadão. Cobre, fiscalize, use as leis existentes para saber aonde e como estão sendo gastos nossos impostos. Use a Lei 12.527/11 para cobrar informações de todas as esferas de governo no país. Não deixe que eles (Políticos) usem seu dinheiro por quatro anos sem que ao menos uma vez você confira o que e como ele está sendo gasto.

Maioridade de um viaduto inacabado em Bauru! 1993 - 2014

A base da vergonha não é algum erro
que cometemos, mas que essa 
humilhação não seja vista por todo. 
Milan Kundera

 A cidade de Bauru completou neste dia primeiro de agosto 118 anos de existência, consolidando-se como grande polo de comércio e serviços na região central do Estado de SP. Localizada estrategicamente próxima do Paraná, Mato Grosso do Sul, e da capital paulista, a cidade possui aeroporto, fica próxima do terminal intermodal da Hidrovia Tietê Paraná e é cercada por boas estradas.
Tem hoje aproximadamente quatrocentos mil habitantes, boas universidades, recebe quase 30 mil universitários de outras cidades e Estados do país. Tem entre elas a Unesp, USP (Com sua Faculdade renomada de Odontologia) e mais o inovador e eterno Centrinho que atende toda América do Sul.
Porém, como na maioria das cidades brasileiras, sempre foi administrada por políticos comuns, sendo assim, sofre com a paralisia e a falta de criatividade destes gestores públicos.
Em Bauru temos uma obra, mais precisamente um viaduto que está completando em 2014 sua maioridade – 21 anos sem que tenha sido concluído. Tendo passado neste longo período por seis gestões da administração municipal.
Não possuo a informação precisa de quanto foi dispendido com o projeto completo, com a obra no decorrer de suas paralisações e retomadas, com o custo financeiro e as muitas negociações efetuadas com várias empreiteiras nestes 21 anos.
Trata-se de uma vergonha nacional, um monumento à incapacidade e a prova cabal da ausência de vontade política dos nossos dirigentes para com a coisa pública e o erário.
Se pudéssemos colocar lado a lado todas as desculpas esfarrapadas que foram dadas à sociedade bauruense, com certeza teríamos algo maior que a própria obra em si.
Se quisermos num esforço hercúleo imaginar que exista algo de positivo nesta história, podemos dizer que em relação a tantas outras cidades do Brasil, Bauru leve vantagem na medida em que a obra não se transformou num elefante branco abandonado, mas que resiste e pode a qualquer tempo ligar duas regiões da cidade sem limites.
No momento em que escrevo este texto, o viaduto poderia estar sendo inaugurado, porém ficamos sabendo que a obra está novamente paralisada por conta da Empreiteira Bema Construções além de atrasar os pagamentos dos seus empregados está abrindo “mão” dos serviços de alta complexidade.
Explicando melhor: A empresa Bema não quer fazer o sistema de drenagem e o ground (Junção entre os vãos do viaduto).  Tudo isso deveria constar da licitação, mas no Brasil nem as leis, nem o que parece certo, pode ser considerado transparente e exato.
Quase ao final da obra, depois de 21 anos, uma empresa alega uma questão que até o mais inocente sabe tratar-se de outra evidência de que jogaram o valor muito baixo na licitação e agora perceberam que não conseguem cobrir as despesas para poderem auferir um lucro que esperavam antes das máquinas começarem o trabalho.
Vamos aguardar os desdobramentos, outras negociações, licitações para fechamento dos vãos e do ground, enfim, quem sabe Bauru possa inaugurar o Viaduto quando completar 50 anos – Bodas de Ouro da negligência e da incompetência do Poder Público.