19 de fevereiro de 2016

Exemplo claro de desperdício de dinheiro do povo!

“A história é uma galeria de quadros em
que há poucos originais e muitas cópias"
Tocqueville
A Presidente Dilma definitivamente não sabe o que fala, nem o que faz quando prega no deserto a necessidade da volta da nefasta CPMF. Sua incompetência gerencial e administrativa superam todos os seus antecessores e está levando nosso país de marcha ré para o século passado.
Ao invés de acabar com os milhares de cargos de confiança, extirpando ministérios inócuos e órgãos desnecessários promovendo uma economia nos gastos públicos, ela prefere pedir a volta daquela que nunca deveria ter sido criada – A CPMF.
Enquanto diz precisar de recursos, seu partido construiu no Piauí na Serra das Capivaras um aeroporto chamado de “internacional“ ao custo da época de R$ 18 milhões. Aeroporto que nunca recebeu voos internacionais e que recebe aproximadamente vinte e cinco aeronaves pequenas por mês. Até hoje, quatro meses após ter sido inaugurado nunca recebeu um único voo comercial.
A obra levou 12 anos para ser finalizada por motivos de embargos promovidos pelo MPF Ministério Público Federal e por atrasos de repasses de verbas pelo Ministério do Turismo. O terminal de passageiros nunca foi utilizado e tem um custo mensal de R$ 150 mil reais.
O Aeroporto foi concebido para tentar promover o acesso dos turistas ao Parque Nacional Serra da Capivara. Foi denominado como internacional, porém, apenas no papel, visto que não pode receber voos internacionais. Sua pista não foi homologada por ser curta, e por não possuir estrutura federal de imigração e aduana.
 Estes gastos absurdos feitos sem o consentimento da população se proliferam pelo país tanto no âmbito federal, estaduais e municipais. Governantes torram bilhões de reais ao ano em obras desnecessárias ao invés de investirem em infraestrutura, saneamento básico, educação e saúde, coisas que o povo brasileiro verdadeiramente necessita.
Se Dilma revisse os gastos nababescos que seu séquito de ministros realiza pelo país adentro, com certeza descobriria que não há necessidade de buscar novos recursos através da criação de novos impostos ou ampliação dos mesmos.
O Governo Federal está paralisado, perdido, não tem inteligência, criatividade e nem moral para realizar as mudanças profundas que são necessárias em nossa economia. Essa visão míope e deturpada leva Dilma para uma direção que não tem volta e que vai provocar a maior recessão que o país já viveu em 516 anos de existência.
Quem autoriza a construção de um Aeroporto dito Internacional no meio do nada sem perceber que a obra está incompleta e não servirá para sua pretensa finalidade não poderia ser presidente do Brasil.
Melhor seria ter feito a ligação por rodovia entre Petrolina e o Parque com distância de apenas 350 km. Seria mais barato, melhor aproveitado pela sociedade e com um custo infinitamente menor. 



Uma nova modalidade de "Cotas"

Podeis enganar toda a gente durante certo tempo;
podeis mesmo enganar algumas pessoas todo o tempo;
mas não vos será possível enganar sempre toda a gente.
Desde que as chamadas “Cotas” raciais foram instituídas nas universidades públicas do país, muitas discussões aconteceram com opiniões favoráveis e contrárias a medida do governo.
Diante deste fato, gostaria de propor ao governo que instituísse uma nova forma de “Cotas” para ser utilizada pelo povo brasileiro a partir das próximas eleições municipais.
A “Cota” para políticos honestos seriam proporcionais aos números de vagas em aberto nas Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas e no Congresso Nacional, onde nos últimos cem anos existem carência deste tipo de parlamentares.
Temos parlamentares das bancadas governistas, bancada da bola, bancadas religiosas, dos corruptos, dos inúteis, dos poderosos, menos a bancada dos honestos em favor do povo.
Para poder instituir esta nova modalidade de “Cota”, seria imprescindível sabermos antecipadamente se existe no conjunto dos mais de trinta partidos políticos brasileiros políticos honestos. Sem essas informações teríamos cota zero nas eleições e a sociedade continuaria à mercê dos mesmos políticos de sempre.
Outra alternativa seria incluirmos pessoas honestas e de bem nas fileiras dos partidos políticos. Afinal de conta nas suas propagandas eleitorais durante o ano inteiro, eles dizem que querem nossa participação para poder efetuar as “mudanças” que o país tanto precisa.
Mas ficam no ar duas dúvidas cruciais para o êxito da medida:
1º Existe político honesto? Que seja comprometido com a sociedade, em especial o povo sofrido deste imenso país? Se existe, onde vive como se alimenta e o que faz fora da política?
2º Existe alguém honesto que queira participar do submundo da política brasileira, correndo o risco de ser confundido com os atuais parlamentares brasileiros?
Pelo visto a ideia de estipular “Cotas” para políticos honestos ainda vai demorar algum tempo até que possamos efetivá-la em nosso país. Melhor então, procurar com uma lupa grande um candidato decente, com projetos voltados aos interesses do povo a partir das eleições deste ano. Boa sorte!